Inversor LS (LSIS) SV com Defeito: Faults OC, OV, OH e Falhas Típicas

Os inversores LS Electric — séries SV-iC5, SV-iG5A, SV-iP5A e SV-iS7 — estão entre os mais instalados na indústria brasileira. Fault OC que aparece sem motivo, display apagado, OH no pico do dia ou falha de comunicação Modbus: cada sintoma tem um diagnóstico específico.

SV-iC5 / SV-iG5A / SV-iS7 Modbus RS-485 11 Jun 2026

A LS Electric — empresa sul-coreana que já operou sob os nomes LG Industrial Systems e LSIS — está entre as marcas de inversores de frequência mais presentes no parque industrial brasileiro. Os modelos da família SV (Scalable Variable speed drive) cobrem desde aplicações compactas residenciais e comerciais (SV-iC5, SV-iG5A de baixa potência) até sistemas de alto desempenho em processos contínuos (SV-iS7, SV-iP5A). A combinação de custo competitivo e robustez razoável fez com que muitos sistemas instalados há 8–15 anos ainda estejam em operação — fase em que as falhas de desgaste começam a aparecer com frequência.

Este guia foca nos defeitos mais comuns encontrados nos inversores LS nas condições da indústria brasileira: sobrecorrente por IGBT, sobreaquecimento por ventilador, falha do painel de operação, deriva do sensor de corrente e problemas de comunicação RS-485 com CLPs via Modbus.

1. A família LS/LSIS SV — séries, nomenclatura e contexto no Brasil

A nomenclatura dos inversores LS segue o padrão SV[potência][série]-[tensão]. Por exemplo: SV055iG5A-4 significa 5,5 kW, série iG5A, tensão de alimentação 380/440 V trifásico. O número de tensão: 1 = monofásico 200 V, 2 = trifásico 200 V, 4 = trifásico 380/440 V.

As séries mais comuns no Brasil e seus perfis de aplicação:

Série Faixa de potência Perfil típico Pontos de atenção no reparo
SV-iC5 0,37–2,2 kW Bombas e ventiladores pequenos, uso geral IPM integrado na placa de potência — falha do IPM exige troca do conjunto
SV-iG5A 0,4–22 kW Aplicação geral industrial, a série mais instalada no Brasil Teclado removível com cabo flat frágil; ventilador acima de 5,5 kW; IPM nos modelos até 7,5 kW
SV-iP5A 0,75–22 kW Alto desempenho, controle vetorial, máquinas-ferramenta Sensor de corrente por efeito Hall — susceptível a deriva com temperatura e envelhecimento
SV-iS7 0,75–400 kW Processos contínuos, controle de tensão, sistemas de posicionamento Modbus e BACnet integrados — falha do transceiver RS-485 é frequente em instalações antigas; capacitores de barramento para potências acima de 75 kW

2. Tabela de faults: código, significado e causa mais comum

Os inversores LS exibem os faults em código no display. Os principais para as séries iG5A e iS7:

Código Significado Causa mais comum Origem (inversor ou externo)
OC Overcurrent — sobrecorrente na saída IGBT/IPM em curto, motor em curto, aceleração abrupta, sensor de corrente com deriva Ambos — teste em vazio para distinguir
OV Overvoltage — sobretensão no barramento DC Frenagem regenerativa sem resistor de frenagem, rampa de desaceleração curta Sistema (aplicação) / resistor frenagem
LV Low Voltage — subtensão no barramento DC Queda de tensão na rede CA, falta de fase, pré-carga com defeito, capacitores degradados Ambos — medir tensão CA de entrada
OH Overheat — sobretemperatura no dissipador Ventilador parado ou com rotação reduzida, filtro de ar entupido, temperatura ambiente elevada Inversor — verificar ventilador e filtros
GF Ground Fault — corrente de fuga para o terra Cabo de motor com isolamento perfurado, motor com enrolamento danificado Externo — cabo e motor
OL Overload — sobrecarga do motor Carga mecânica acima do nominal, corrente de sobrecarga prolongada, parâmetro de corrente nominal mal configurado Ambos — verificar parâmetros e carga
HW Hardware Fault — falha de hardware interno Falha no circuito de controle, memória EEPROM corrompida, placa de controle danificada Inversor — requer reparo em bancada
COM Communication Error — falha de comunicação RS-485 Cabeamento RS-485 com problema, endereço ou baud rate incorreto, transceiver RS-485 queimado Ambos — verificar cabeamento e parâmetros primeiro

3. Fault OC (Overcurrent): IGBT/IPM em curto ou sensor de corrente com deriva

O fault OC é o mais comum nos inversores LS — e tem dois perfis completamente diferentes que pedem diagnósticos distintos:

OC imediato: na energização ou no instante do comando de partida

O fault OC aparece antes mesmo de o motor girar — às vezes no momento em que o inversor recebe o comando de partida, ou já na energização. Esse perfil indica quase sempre falha no hardware de potência do próprio inversor: IGBT ou módulo IPM com um dos transistores em curto-circuito. Com o transistor em curto, o inversor detecta corrente anômala no circuito de saída antes de qualquer modulação.

Diagnóstico: desconecte completamente o motor (retire os três cabos de saída U, V, W do inversor). Tente partir o inversor em vazio — se o OC persiste sem nenhum motor conectado, o problema é internamente no inversor: IGBT ou IPM em curto. Confirme medindo o IGBT/IPM com multímetro conforme descrito em Como Testar IGBT com Multímetro.

OC durante aceleração ou sob carga alta

O inversor parte normalmente em baixa frequência, mas o OC aparece durante a aceleração ou quando a carga mecânica aumenta. A corrente real do motor excedeu o limite de proteção. As causas mais comuns são: rampa de aceleração muito curta para a inércia da carga — aumente o tempo de aceleração no parâmetro correspondente; motor com sobreaquecimento e aumento de resistência do enrolamento que altera a corrente; ou aplicação com pico de carga mecânica acima do nominal do inversor (verificar dimensionamento).

OC intermitente sem causa elétrica identificável

O fault OC aparece aleatoriamente, às vezes sob carga leve, às vezes em marcha lenta — sem padrão de horário, carga ou temperatura. O histórico do fault no menu de diagnóstico do inversor mostra correntes que não correspondem à carga real do motor. Esse perfil indica deriva do sensor de corrente — tratado em detalhe na seção 6.

Teste em vazio é o filtro primário do diagnóstico OC. Desconecte os cabos U/V/W do motor, tente dar a partida. OC com motor desconectado = problema no inversor. Sem OC com motor desconectado = problema no motor, nos cabos ou na aplicação (aceleração, carga). Esse único teste elimina metade das hipóteses em 30 segundos.

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4. Fault OH (Overheat): ventilador parado e filtro entupido

O fault OH indica que a temperatura do dissipador de calor dos IGBTs/IPM ultrapassou o limiar de proteção. Nos modelos SV-iG5A e SV-iS7 acima de 5,5 kW, a refrigeração é feita por ventilador axial forçado acoplado ao dissipador. Quando o ventilador para ou tem rotação reduzida, a temperatura sobe gradualmente até atingir o ponto de proteção.

O padrão diagnóstico mais característico do OH por ventilador é o "fault que aparece só no meio do dia": pela manhã o inversor opera normalmente porque a temperatura ambiente é mais baixa e o dissipador ainda está frio; ao longo do dia, com o aumento da temperatura ambiente e da carga, a temperatura do dissipador sobe até o limiar — e o inversor para. À tarde ou à noite, com a temperatura ambiente caindo, o inversor volta ao verde espontaneamente.

Diagnóstico do ventilador no SV-iG5A e SV-iS7

  • Verificação auditiva: com o inversor em operação e carga aplicada, escute próximo à grade de saída de ar — o ventilador funcionando produz fluxo de ar audível. Silêncio total indica ventilador parado.
  • Verificação visual: em alguns modelos é possível ver as pás do ventilador pela grade lateral. Verifique se giram e se não há pás quebradas ou deformadas.
  • Temperatura do dissipador: com o inversor operando normalmente (sem fault), toque brevemente na carcaça próximo ao dissipador — temperatura acima de 60–70 °C ao toque é sinal de refrigeração insuficiente.

Filtro de ar entupido — o cúmplice frequente

Os modelos SV-iG5A e SV-iS7 instalados em painéis elétricos fechados frequentemente têm filtros de espuma nas entradas de ar. Em ambientes com poeira, gás de solda, fibras ou óleo em suspensão, esses filtros saturam rapidamente. Um filtro entupido reduz tanto o fluxo de ar que mesmo um ventilador funcionando perfeitamente não consegue manter o dissipador na temperatura adequada. Verifique e limpe ou substitua os filtros como parte de qualquer manutenção preventiva.

Operação repetida com OH causa dano secundário nos IGBTs. O ciclo térmico de subida até a proteção e resfriamento estressiona os IGBTs e a pasta térmica entre eles e o dissipador. Após repetidos ciclos de OH, a pasta térmica resseca, a resistência térmica aumenta — e o inversor passa a atingir temperatura de proteção mais cedo, criando um ciclo progressivamente pior. Resolva a causa raiz antes de religar repetidamente.

5. Display e teclado apagados: falha do painel de operação

Um problema específico e frequente nos inversores LS SV-iG5A é a falha do teclado com display. No iG5A, o painel de operação (keypad) é uma unidade separada conectada à placa de controle por um cabo flat plano ou por um conector de encaixe direto — o que significa que a falha pode ser no cabo, no conector ou no próprio módulo do teclado.

Display apagado com inversor em operação

O inversor continua operando normalmente (motor girando, sinalizações nos bornes funcionando), mas o display está completamente apagado — sem nenhum caractere visível. Em aplicações configuradas para controle remoto por bornes, o operador pode nem perceber a falha por dias ou semanas. A causa mais comum é o cabo flat do teclado com trinca ou o conector de encaixe com oxidação nos pinos. No iG5A, a desconexão e reconexão do módulo de teclado com a placa de controle desligada às vezes resolve casos de mau contato. Se não resolver, o módulo de teclado em si pode estar com o LCD queimado ou o microcontrolador do painel falhou.

Teclas não respondem, display OK

O display mostra informações corretamente mas algumas ou todas as teclas não registram o toque. Causa: contatos das membranas do teclado desgastados ou oxidados. Em ambientes com umidade ou vapores químicos, a membrana de contato sob as teclas deteriora mais rapidamente. A substituição do módulo completo do teclado é o caminho mais prático — tentar limpar os contatos individualmente raramente é duradouro.

Sem display não significa sem parâmetros. O LS SV-iG5A armazena os parâmetros na memória EEPROM da placa de controle, não no teclado. Mesmo com o teclado defeituoso, os parâmetros configurados anteriormente são preservados — o inversor continua operando com a configuração salva. Se você tiver o software de configuração LS (DriveView7 ou similar) e o cabo USB/RS-232 adequado, é possível acessar e modificar parâmetros via PC mesmo sem o teclado físico.

6. Deriva do sensor de corrente: OC espúrio sem causa elétrica

Os inversores LS da série iP5A e alguns modelos iS7 usam sensores de corrente por efeito Hall (Hall current sensor) para medir a corrente de saída. Esses sensores são mais precisos que os transformadores de corrente simples usados em modelos básicos, mas são susceptíveis a um fenômeno chamado deriva de offset (zero offset drift) com o envelhecimento e a temperatura.

Com o sensor de corrente com deriva, o inversor "lê" uma corrente de offset mesmo quando nenhuma corrente flui — como se houvesse 2, 3 ou até 5 A "fantasma" permanentemente na medição. Quando o motor acelera e adiciona corrente real por cima desse offset fantasma, o inversor soma os dois valores e pode disparar o OC antes da corrente real atingir o limiar de proteção. O resultado é um fault OC que aparece:

  • Com cargas abaixo do nominal — o inversor protege antes do necessário
  • Em momentos aleatórios sem relação com a carga real
  • Com o valor de corrente mostrado no display consistentemente acima do que o amperímetro externo mostra
  • Com mais frequência quando o inversor está quente (a deriva aumenta com temperatura)

Como confirmar a deriva do sensor

Leia a corrente mostrada no display do inversor com o motor completamente parado (sem girar) e sem comando de saída. Em condição saudável, a corrente mostrada deve ser zero ou muito próximo de zero (< 0,1 A). Se o display mostra 1–5 A com o motor parado, o sensor está com deriva. Compare também com uma pinça amperimétrica nos cabos de saída do inversor durante a operação — a diferença entre a leitura do display e a da pinça confirma o offset.

Aumentar o nível de proteção de OC não resolve a deriva. Elevar o parâmetro de proteção para acomodar o offset é uma gambiarra perigosa — remove a proteção de sobrecorrente real que protege o motor e o inversor. A solução correta é substituir o sensor de corrente ou a placa de controle, dependendo do modelo.

7. Falha de comunicação Modbus RS-485

Os inversores LS SV-iS7 e SV-iP5A têm interface RS-485 integrada para comunicação Modbus RTU com CLPs, supervisórios e sistemas SCADA. Em instalações industriais onde o inversor é controlado remotamente via Modbus — recepciona referência de velocidade e envia status de volta ao CLP — a falha de comunicação para imediatamente a operação da máquina.

Diagnóstico em ordem de complexidade crescente

  1. Verifique os parâmetros de comunicação no inversor: endereço Modbus (slave address), baud rate (tipicamente 9600 ou 19200 bps), paridade (None/Even/Odd) e stop bits devem ser idênticos ao configurado no CLP. Um único parâmetro diferente impossibilita toda a comunicação.
  2. Verifique o cabeamento RS-485: cabo de par trançado com terminação nos extremos (resistor de 120 Ω no início e no fim do barramento); pinos A(+) e B(-) não invertidos; blindagem aterrada em apenas um ponto. Inversão de A e B é a causa mais comum de falha em instalações novas.
  3. Teste isolando o nó: se há múltiplos inversores no mesmo barramento RS-485, desconecte todos exceto um e teste a comunicação. Se funcionar com um nó só, há problema de impedância ou um dos nós está danificando o barramento.
  4. Meça a tensão diferencial no barramento: com o mestre (CLP) transmitindo, a tensão entre A(+) e B(-) deve oscilar entre +2 V e -2 V durante a transmissão. Tensão de 0 V ou sinal fraco indica cabo com problema ou transceiver do mestre com falha.
  5. Se a configuração e o cabeamento estão corretos e a comunicação continua falhando apenas neste inversor: o transceiver RS-485 interno do inversor está queimado. É um CI de baixo custo (geralmente SP485 ou MAX485 equivalente) na placa de controle — substituível em bancada.

8. Tabela de diagnóstico por sintoma combinado

Fault / Sintoma Quando ocorre Causa mais provável Primeiro teste
OC na energização ou partida imediata Antes do motor girar IGBT ou IPM em curto no inversor Desconectar motor (U/V/W) e tentar partir — OC sem motor = problema no inversor
OC durante aceleração Enquanto a frequência sobe Rampa de aceleração curta, motor sobreaquecido, carga acima do nominal Aumentar tempo de aceleração no parâmetro; medir corrente com pinça amperimétrica
OC aleatório com carga baixa Sem padrão, inclusive em marcha lenta Deriva do sensor de corrente — offset fantasma Ler corrente no display com motor parado — valor > 0,5 A confirma deriva
OH apenas no meio do dia Horários mais quentes, carga plena Ventilador com rotação reduzida ou parado; filtro entupido Verificar se ventilador gira durante operação; inspecionar filtros
LV na energização Imediatamente ao ligar Pré-carga com defeito, falta de fase CA, fusível aberto Medir as 3 fases CA na entrada; medir tensão DC no barramento
Display apagado, inversor em operação Permanente ou intermitente Cabo flat do teclado deteriorado ou conector com oxidação Reconectar módulo de teclado com inversor desligado; testar teclado de outro inversor igual
COM fault de comunicação Durante operação remota via Modbus Parâmetro de comunicação divergente, inversão A/B, transceiver RS-485 queimado Verificar endereço, baud rate e paridade; testar cabo e terminação

9. Perguntas Frequentes

O que causa o fault OC no inversor LS SV-iG5A ou SV-iS7?

O fault OC tem três origens distintas: (1) OC imediato antes do motor girar — IGBT ou IPM em curto no inversor; confirme desconectando o motor e testando em vazio; (2) OC durante aceleração — rampa muito curta, motor com problema ou carga acima do nominal; (3) OC aleatório em carga baixa — deriva do sensor de corrente, que lê offset fantasma. Cada caso tem diagnóstico específico — o momento de aparição do fault é o critério de triagem principal.

O display do inversor LS apagou — o inversor ainda funciona?

Possivelmente sim. No SV-iG5A, o teclado com display é uma unidade removível — se o cabo flat ou o conector deteriorou, o display apaga mas o inversor continua operando com os parâmetros salvos na EEPROM interna. Se o motor continua girando normalmente com os comandos externos, o inversor está funcionando. Tente reconectar o módulo de teclado com o inversor desligado — mau contato é a causa mais comum. Se não resolver, o módulo de teclado precisa de substituição.

Fault OH aparece no inversor LS apenas no meio do dia — é o ventilador?

Quase certamente sim. O padrão "fault só no meio do dia" é diagnóstico de ventilador com rotação reduzida ou parado: à manhã a temperatura ambiente é mais baixa e o inversor aguenta; no pico do calor, com máxima carga, o dissipador não consegue dissipar sem o ventilador e a temperatura dispara. Verifique fisicamente se o ventilador está girando durante a operação — silêncio total ou ruído de rolamento seco confirma a causa. Também verifique e limpe os filtros de ar, pois filtro entupido agrava o problema mesmo com ventilador funcionando.

O inversor LS não comunica com o CLP via Modbus RS-485 — o que verificar?

Em ordem de probabilidade: (1) parâmetros divergentes — verifique endereço Modbus, baud rate e paridade no inversor e no CLP; devem ser idênticos; (2) inversão dos pinos A(+) e B(-) no conector RS-485 — causa mais comum em instalações novas; (3) terminação ausente ou errada no barramento — resistores de 120 Ω nos dois extremos; (4) transceiver RS-485 do inversor queimado — o CI MAX485 ou equivalente na placa de controle pode ser danificado por surto ou inversão de polaridade; exige reparo em bancada.

Vale a pena reparar um inversor LS SV-iG5A ou SV-iS7 antigo?

Na maioria dos casos, sim — especialmente acima de 5,5 kW. O SV-iG5A de até 2,2 kW tem custo de reparo que pode se aproximar do valor de substituição quando a falha é no módulo IPM; acima de 5,5 kW, o reparo é quase sempre vantajoso. Falhas de IGBT, ventilador, teclado e sensor de corrente têm peças disponíveis e custo de reparo bem abaixo do valor de um inversor novo. O diagnóstico em bancada define o escopo exato antes de qualquer compromisso de custo.

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