Inversores solares
Canadian Solar CSI: erros OV-G-V, UN-G-V, NO-GRID, GROUND-PRO, OV-BUS, ARC-FAULT e, na geração T4001A-E, Iso Low Err, No Utility Err e GFCI High Err, o que cada um mede e o que o manual manda verificar
A Canadian Solar (hoje CSI Solar) vende no Brasil duas gerações de inversores string com linguagens de alarme diferentes. Os CSI-xxKTL-GS e CSI-xxK-GL02 (monofásicos S22002-E e trifásicos T220GL02-E) usam mensagens curtas no display, do tipo OV-G-V, NO-GRID e GROUND-PRO; os trifásicos CSI-15K a 25K-T4001A-E, de 2024, trocaram o display por LED e aplicativo e mostram nomes como Iso Low Err e No Utility Err, cada um com um Alarm ID numérico. Este guia traduz as duas tabelas oficiais, agrupa por causa e separa o que é instalação do que é o inversor.

Duas gerações, duas tabelas
Olhe a etiqueta antes de procurar o código. Modelos CSI-xxKTL-GS, CSI-xxK-S22002-E, CSI-xxK-S22003-E e CSI-xxK-T220GL02-E têm display LCD com teclas e mostram alarmes abreviados em inglês, no mesmo dicionário usado pelos inversores Solis: OV-G-V, UN-G-V, NO-GRID, GROUND-PRO, ARC-FAULT, Reverse_DC, DCinj-FAULT. O manual guarda os últimos dez alarmes no menu Advanced Info, Alarm Message, e vale a pena ler o histórico antes de reiniciar, porque o primeiro alarme da sequência costuma ser a causa e os seguintes são consequência.
Os trifásicos CSI-15K, 17K, 20K, 23K e 25K-T4001A-E (manual EN-Rev V01, junho de 2024) não têm display: um LED indica o estado (vermelho fixo é falha) e o aplicativo mostra o alarme por nome e por Alarm ID, além de uma tela de diagnóstico com resistência de isolamento (ISO, em kΩ), corrente de fuga (GFCI, em mA), tensões do barramento positivo e negativo e temperaturas do módulo inversor e do boost. Essa tela é um privilégio: permite ver o valor que disparou o alarme, não só o nome. O manual avisa que alguns códigos marcados com (E) não podem ser limpos e exigem contato com a CSI Solar.
Tabela oficial: geração GS e GL02
Resumo da Tabela 8.1 do manual CSI-25 a 40KTL-GS (v1.2, 2017), que vale para a família de display LCD. O manual organiza cada alarme em dois testes: com o seccionador CC desligado e com ele ligado.
| Alarme | Causa (manual) | Verificação (manual, resumida) |
|---|---|---|
| No Information (tela apagada) | Tensão CC baixa ou ausente; polaridade invertida; placa principal danificada | CC desligado: conferir conexões e polaridade; tensão acima de 120 V (mono) ou 350 V (tri). CC ligado: se a tensão CC lida é zero, o inversor é o defeito |
| Initializing (travado) | Inversor aguardando sinal de acionamento | Mesmas medições; cabo danificado ou solto; se persistir, inversor |
| NO-GRID | Inversor não detecta a rede | Medir CA nos pontos de teste, fase-fase e fase-terra; conferir o padrão de rede; se a rede está correta e o display não a vê, circuito de medição |
| OV-G-V | Tensão de rede acima do limite | Medir CA nos bornes com o inversor em plena potência; se alta, cabos entre inversor e quadro subdimensionados ou ajuste do limite com permissão da distribuidora; se a leitura do display diverge do multímetro, circuito de medição |
| UN-G-V | Tensão de rede abaixo do limite | Medir CA; se baixa, ajustar o limite inferior com permissão da distribuidora; conferir o padrão de rede; leitura divergente é medição interna |
| OV-G-F | Frequência de rede alta | Medir a frequência nos pontos de teste; ajuste só com permissão da distribuidora; leitura divergente é medição interna |
| OV-DC | Tensão CC de entrada alta | Medir CC nos bornes; se alta, módulos demais em série; comparar com o display |
| OV-BUS / UN-BUS | Tensão do barramento interno alta ou baixa; dano interno; fio solto no transporte | Medir CC e CA, comparar com o display; o manual manda substituir o inversor |
| GRID-INTF | Rede instável ou falha interna; corrente alta | Medir CA e distorção harmônica (THD) da linha; com vários inversores, desligar um por vez; dano interno |
| INI-PRO | DSP mestre e escravo com valores diferentes | Reiniciar: CC desligado, aguardar luzes e LCD apagarem, CC ligado; se persistir, inversor |
| TEM-PRO | Temperatura ambiente acima de 60 °C | Dissipador obstruído, sol direto, temperatura ambiente; se normal, inversor |
| GROUND-PRO | Resistência de isolamento CC baixa | Anotar o clima no momento do alarme, medir a resistência de isolamento (na mesma condição climática), inspecionar cabos; se tudo normal, inversor |
| ARC-FAULT | Arco elétrico detectado no circuito CC | Inspecionar cabos, caixas de junção dos módulos e conexões; reiniciar; se persistir, inversor |
| Reverse_DC | Polaridade CC invertida | Corrigir a polaridade da string com o CC desligado |
| DCinj-FAULT | Injeção de corrente contínua alta na saída | Reiniciar; persistente, é o estágio inversor ou sua medição |
Os limites citados no manual americano (183 a 228 V para rede de 208 V, 211 a 264 V para 240 V) não valem para o Brasil: o padrão de rede configurado define os limites, e o manual insiste que o padrão errado "pode resultar em operação imprópria, dano ao inversor ou inversor que não opera". Em inversor novo que só mostra OV-G-V ou NO-GRID, o primeiro item é conferir o padrão de rede selecionado.
Tabela oficial: geração T4001A-E
Resumo da seção 10.2 do manual CSI-15K a 25K-T4001A-E (junho de 2024). Os números são os Alarm IDs que aparecem no aplicativo.
| ID | Alarme | Verificação (manual, resumida) |
|---|---|---|
| 1 / 2 | External / Internal Fan Warning | Ventilador bloqueado por sujeira: limpar; ventilador que não gira: desligar e trocar |
| 24 | Grid Line Vol Overvolt Err | Medir a tensão real da rede e acionar a distribuidora se exceder o ajuste; conferir os parâmetros de proteção no app; conferir a seção do cabo CA |
| 25 | Grid Phase Vol Overvolt Err | Mesmo roteiro, para a tensão de fase |
| 27 / 28 | Grid Freq High / Low Err | Medir a frequência real; distribuidora; parâmetros no app |
| 29 | No Utility Err | Rede confiável? Cabo CA firme? Fase e neutro nos bornes certos? Disjuntor CA ligado? |
| 31 | Over Temp Err | Sol direto (sombrear), dutos de ar sujos, alarme A001 ou A002 de ventilador (trocar os ventiladores) |
| 36 | Iso Low Err | Aguardar o retorno; se repetir: conferir o valor de proteção ISO no app e a norma local; medir a resistência à terra da string e do cabo CC; se só ocorre em dia de chuva, repetir a medição com tempo bom |
| 37 | GFCI High Err | Pouca luz ou ambiente úmido: reconecta sozinho; ambiente normal: isolação dos cabos CA e CC |
| 38 | Freq Detect Err | Medir a frequência da rede; distribuidora |
| 42 | Grid Volt Unbalance Err | Medir as três fases; se a diferença está dentro do aceito pela distribuidora, ajustar o parâmetro de desequilíbrio no app |
| 52 | PV1-PV4 Rev Connect Err | String com polaridade invertida: desligar o CC e corrigir com irradiação baixa, corrente da string abaixo de 0,5 A |
| — | Anomalia do dispositivo | Desligar CA e CC, religar após 15 minutos; se persistir, CSI Solar |
A tela de diagnóstico do app ajuda a interpretar: um Iso Low Err com ISO lido em 80 kΩ é uma string úmida; um Iso Low Err com ISO em zero e todas as strings desconectadas é o circuito de medição. O mesmo vale para GFCI High Err e a leitura em mA.
OV-G-V, UN-G-V, OV-G-F, NO-GRID e No Utility Err: a rede
O grupo mais frequente em chamados, e o que menos precisa de laboratório. OV-G-V (e os IDs 24 e 25 na geração nova) ao meio-dia é a soma da rede alta no horário de pico de geração com a queda de tensão no cabo CA do próprio sistema: o inversor "empurra" corrente, o cabo fino eleva a tensão nos bornes, e o limite é ultrapassado. O manual é direto: se a medição nos bornes está alta, "os cabos entre o inversor e a interconexão são muito pequenos", e manda verificar o cálculo de ampacidade e queda de tensão. Compare a tensão no quadro com a tensão nos bornes do inversor em plena geração: diferença acima de 3% é cabo. Só depois disso vem o ajuste do limite, e só com permissão da distribuidora.
NO-GRID e No Utility Err (ID 29) são "não vejo rede". Falta de energia, disjuntor CA desligado, cabo CA solto ou fase e neutro trocados nos bornes (o manual de 2024 cita o posicionamento de L e N explicitamente). Persistente com rede correta medida nos bornes, o problema está dentro: relé de saída que não fecha ou circuito de medição que não enxerga. O manual americano tem uma frase pouco diplomática sobre isso: "não me diga 240 V CA" sem medir fase-fase e fase-terra nos pontos de teste. O passo a passo com multímetro está no guia de rede do Fronius e vale igual aqui.
O teste decisivo entre rede e inversor é o mesmo em todos os alarmes de rede: a leitura do display ou do app bate com o multímetro? Se a rede está em 225 V e o inversor mostra 262 V, é medição interna, e nenhuma troca de cabo resolve.
GROUND-PRO, Iso Low Err e GFCI High Err: isolamento e fuga
GROUND-PRO (geração GS/GL02) e Iso Low Err (ID 36) são a medição de resistência de isolamento das strings para a terra, feita antes de conectar à rede. GFCI High Err (ID 37), e o ILeak-PRO da geração GL02, é a corrente de fuga medida durante a operação. A raiz é a mesma: um caminho entre o campo fotovoltaico e a terra, quase sempre água. O manual de 2017 traz uma instrução que poucos seguem e que resolve a maioria dos casos: anotar as condições climáticas no momento do alarme e medir a resistência de isolamento na mesma condição. Uma string que mede 2 MΩ num sábado seco e 60 kΩ na manhã de orvalho tem um conector MC4 ou um cabo com a capa ferida, não um inversor com defeito.
O manual de 2024 acrescenta dois pontos: conferir se o valor de proteção ISO configurado no app não está alto demais para a norma local, e, se o alarme só aparece em dia chuvoso, repetir o teste com tempo bom antes de condenar qualquer coisa. O roteiro com megômetro, string por string, está no guia de erro de isolamento. Só com todas as strings desconectadas e o alarme persistindo o circuito de medição interno é suspeito, e aí é bancada.
OV-DC, Reverse_DC e PV Rev Connect Err: as strings
OV-DC é tensão de string acima do máximo do inversor: aparece em manhã fria, quando o Voc sobe. É projeto, não defeito: a string tem módulos demais para a menor temperatura do local, e a correção é reduzir a série. Reverse_DC (GL02) e PV1-PV4 Rev Connect Err (ID 52) são polaridade invertida, em instalação nova ou depois de manutenção nas string boxes. O manual de 2024 dá a regra de segurança: corrigir com o seccionador CC desligado e com irradiação baixa, com a corrente da string abaixo de 0,5 A, para não abrir arco no conector. O inversor tem proteção contra polaridade invertida, mas ela não é garantia eterna: inversor que ficou dias ligado invertido pode voltar com o estágio boost danificado.
ARC-FAULT fecha o grupo CC: arco em série detectado no lado fotovoltaico, conector com mau contato ou cabo rompido, risco de incêndio. O manual de 2017 manda inspecionar cabos, caixas de junção dos módulos e conexões, e lembra que o AFCI só é rearmado manualmente, pelo painel, depois de eliminar a causa. O roteiro de inspeção do lado CC está no guia de arco elétrico.
TEM-PRO, Over Temp Err e os ventiladores
TEM-PRO e Over Temp Err (ID 31) são proteção térmica. O roteiro oficial: sol direto no gabinete (o manual pede sombreamento), dissipador e dutos de ar sujos, distância mínima de 50 cm entre inversores e do piso, e, na geração nova, os alarmes A001 e A002, que são anomalia de ventilador externo e interno. Os T4001A-E e os KTL-GS maiores têm ventiladores substituíveis, e o manual de 2017 descreve a troca passo a passo pela bandeja inferior. Ventilador que não gira em inversor de 20 kW derruba a potência (derating) muito antes de dar alarme: a tela de diagnóstico do app, com temperatura do módulo inversor e do boost, mostra isso. Com ventilação, temperatura ambiente e ventiladores normais, o alarme térmico persistente é sensor ou pasta térmica ressecada entre o módulo de potência e o dissipador, e é caso interno.
OV-BUS, UN-BUS, GRID-INTF, INI-PRO e DCinj-FAULT: o inversor
Aqui o manual para de pedir medições e passa a dizer "substituir o inversor". OV-BUS e UN-BUS são o barramento CC interno fora da faixa: capacitores eletrolíticos secos, estágio boost sem controle ou medição do barramento com defeito. INI-PRO é o DSP mestre e o escravo lendo valores diferentes, o que depois de um reinício limpo aponta para a placa de controle ou para a comunicação entre as placas. GRID-INTF é "rede instável ou falha interna, corrente alta": o manual manda medir a distorção harmônica da linha e desligar os inversores vizinhos um a um, porque vários inversores em um transformador fraco produzem esse alarme sem nenhum defeito; se a rede está limpa, é o estágio de potência. DCinj-FAULT é componente contínua na corrente de saída, acima do limite da norma: estágio inversor desbalanceado ou sensor de corrente. Na geração nova, as "falhas internas recuperáveis 1 a 7" e a "falha interna permanente" da tela de diagnóstico, e a "anomalia do dispositivo" que não limpa após 15 minutos, pertencem a este grupo. Na garantia, a CSI troca; fora dela, são todos reparáveis.
O reinício que o manual exige antes de tudo
Os dois manuais colocam o reinício como primeiro passo e o descrevem com tempos diferentes. Geração GS/GL02: desligar o seccionador CA, aguardar 30 segundos, desligar o CC, esperar pelo menos 5 minutos e religar na ordem inversa (CA e depois CC). Geração T4001A-E: desligar CA e CC e religar após 15 minutos, prazo que o manual repete para a "anomalia do dispositivo". Não encurte. O tempo é para os capacitores do barramento descarregarem e o DSP reiniciar do zero; um reinício de 20 segundos mantém o estado e o alarme volta igual. E antes de reiniciar, leia o histórico: nos modelos com display, Advanced Info, Alarm Message mostra os últimos dez alarmes; no app, a lista de eventos. O primeiro da sequência é a causa.
Quando o defeito é interno
Envie o inversor Canadian Solar quando OV-BUS, UN-BUS, INI-PRO ou DCinj-FAULT voltarem após o reinício completo; quando NO-GRID ou No Utility Err persistirem com rede correta medida nos bornes; quando OV-G-V ou UN-G-V aparecerem com leitura do display divergente do multímetro; quando GROUND-PRO ou Iso Low Err continuarem sem nenhuma string conectada; quando a tela ficar apagada com tensão CC confirmada nos bornes; ou quando a falha interna permanente aparecer no app. No laboratório, estágio boost, capacitores do barramento, módulo de potência e drivers, relé de saída, sensores de corrente e de fuga, circuito de medição de isolamento, fonte auxiliar e placa de controle são testados separadamente e reparados na própria placa, e o inversor é validado com simulador fotovoltaico e rede real antes de voltar. Modelos antigos da linha GS e GL02, já sem peça de reposição no fabricante, são os que mais chegam. O orçamento sai após o diagnóstico, com fotos, e você aprova antes da execução.
Segurança
Strings energizadas enquanto houver luz, até 1000 V CC nesses modelos. Siga a regra do manual: só desconectar conectores MC4 com a corrente da string abaixo de 0,5 A e com o seccionador CC desligado. Desligue o disjuntor CA e aguarde os 5 minutos de descarga antes de abrir a área de bornes. Use luvas isolantes e ferramentas isoladas. Não abra o inversor em campo: os capacitores do barramento guardam carga letal depois do desligamento. Medições internas são para profissional habilitado, em bancada.
Dúvidas frequentes
O que significa OV-G-V no inversor Canadian Solar?
Over Grid Voltage: o inversor mediu a tensão da rede acima do limite do padrão de rede configurado. O manual manda medir a tensão CA nos bornes do inversor; se estiver alta de fato, ajustar o limite superior com permissão da distribuidora ou corrigir o cabo CA subdimensionado entre inversor e quadro; se a rede estiver normal e o display mostrar valor alto, o circuito de medição está com defeito e o inversor precisa de reparo.
O que é NO-GRID no Canadian Solar CSI?
O inversor não detecta a rede. O manual manda verificar a tensão CA nos bornes com o seccionador CC desligado (fase-fase e fase-terra), o padrão de rede configurado e, se houver rede correta nos bornes e o alarme persistir, o circuito de medição ou o relé de saída estão com defeito. Na geração T4001A-E o mesmo alarme aparece como No Utility Err, ID 29.
GROUND-PRO ou Iso Low Err: o inversor está com defeito?
Na maioria dos casos não. GROUND-PRO (geração GS/GL02) e Iso Low Err (ID 36, geração T4001A-E) indicam resistência de isolamento baixa entre as strings e a terra: conector MC4 com água, cabo CC danificado, string box molhada. O manual manda anotar o clima no momento do alarme, medir a resistência de isolamento das strings e inspecionar os cabos. Só com strings desconectadas e o alarme persistindo o circuito de medição interno é suspeito.
OV-BUS e UN-BUS no Canadian Solar têm conserto?
Sim. OV-BUS e UN-BUS são tensão alta ou baixa no barramento CC interno, e o manual já classifica como dano interno e manda trocar o inversor. Fora da garantia, o estágio boost, os capacitores do barramento e o circuito de medição são reparados na própria placa em laboratório, com teste em simulador fotovoltaico antes de devolver.
Os códigos do Canadian Solar são iguais aos do Solis?
Na geração com display (GS, S22002-E, T220GL02-E), sim: a plataforma é a mesma e os alarmes OV-G-V, UN-G-V, NO-GRID, GROUND-PRO, ARC-FAULT e DCinj-FAULT têm o mesmo significado. A geração T4001A-E, de 2024, usa outra plataforma, com Alarm IDs numéricos e nomes como Iso Low Err e No Utility Err.
Referências e limites deste guia
Tabela 8.1 (Fault messages and descriptions) e seções 5, 6 e 7 do manual de instalação e operação Canadian Solar CSI-25/30/36/40KTL-GS-FL, versão 1.2 (setembro de 2017); seção 10 (Troubleshooting) e tela de diagnóstico do manual do usuário CSI Solar CSI-15K/17K/20K/23K/25K-T4001A-E, EN-Rev IM/V01 (junho de 2024), e a edição em romeno do mesmo manual (janeiro de 2024); mais a rotina de diagnóstico do laboratório Fixtron. Os modelos S22002-E, S22003-E e T220GL02-E compartilham o dicionário de alarmes da geração GS, mas os limites e alguns nomes podem variar com o firmware e o padrão de rede. Não substitui o manual do seu modelo nem um laudo do equipamento.